segunda-feira, 30 de julho de 2012

Concurso escolhe as cinco mais belas imagens da Terra vista do espaço


 O Serviço Geológico dos Estados Unidos selecionou as melhores imagens feitas pela Nasa da Terra vista do espaço e, com algumas manipulações de cor, lançou a série "Terra como arte". Desde 1972, as imagens de satélite se transformaram uma referência para ajudar a ciência em pesquisas sobre o uso da terra e dos recursos naturais.

No entanto, esta galeria mostra que além da contribuição para a ciência, imagens de satélite revelam uma grande beleza, com paisagens sensacionais de vales, montanhas, ilhas e florestas.
Foi pedido ao público que escolhessem as imagens favoritas entre mais de 120 fotos da coleção. 
Observe as imagens neste link:

domingo, 29 de julho de 2012

Diego Hypólito e a falácia do perdedor


Diego Hypólito caiu de novo. Dessa vez, de cara. Repetiu em Londres 2012 a falha que o desconsagrou quatro anos antes em Pequim e foi desclassificado antes da final nos Jogos Olímpicos.Na saída do ginásio londrino, osolhos marejados e a fala embargada mostraram um atordoamento impressionante do ginasta brasileiro: “Caí de novo, decepcionei de novo. Quero pedir desculpa de novo por esse fracasso e essa competição horrorosa. Não sei o que aconteceu comigo. Tantas pessoas me deram apoio e me incentivaram. Cheguei aqui e caí, caí de cara. Estou decepcionado e bravo comigo.”A entrevista dá dimensão de quanto Hypólito se cobra na carreira, que agora já entra na reta final (dificilmente chegará até o Rio 2016). Mas ele acaba sendo injusto consigo mesmo ao se vender como um perdedor. Não é.Diego Hypólito desbravou a ginástica artística masculina no Brasil, onde tínhamos zero tradição na modalidade. Levou o ouro 17 vezes no Mundial da categoria. Em Pequim 2008, mesmo com o erro, ficou na sexta colocação. Os futuros ginastas olímpicos brasileiros já saberão melhor o que fazer e que erros não cometer ao preparerem-se para uma olimpíada. Basta perguntarem a Hypólito, basta estudar seus erros, que foram decisivos, e seus acertos, que foram muitos.A má fama de Diego Hypólito hoje em dia faz parte de uma certa cultura brasileira que exige ídolos fenomenais e atira pedras em quem rasteiramente julga perdedor, mesmo que não seja. É preto ou branco, embora o mundo seja quase sempre cinza.Talvez o primeiro grande nome dessa leva de atletas tenha sido o goleiro Moacir Barbosa, um dos ícones do Vasco chamado de Expresso da Vitória no fim dos anos 1940. Acusado de “frangar” no gol uruguaio que derrotou o Brasil na final da Copa de 1950, só deixou de ser vilão quando idoso. Repetia nas entrevistas antes de morrer: “No Brasil, a maior pena é de trinta anos, por homicídio. Eu já cumpri mais de quarenta por um erro que não cometi.” 
Mais sobre os Jogos Olímpicos:
Rubens Barrichello é um outro exemplo. Revelação do automobilismo brasileiro quando Ayrton Senna morreu, foi alçado pela tevê e grande parte da mídia ao novo Senna, coisa que ele não era — sobretudo porque foi contemporâneo e parceiro de equipe do alemão Michael Schumacher, o maior campeão da história da Fórmula 1. Barrichello foi melhor talvez que 80% dos pilotos da história. Competiu por 19 anos, recorde na modalidade, e chegou a ser vice-campeão. Não é pouca coisa. Mas a expectativa que a mídia colocou sobre ele, a de ser o novo Senna, transformou-se em frustração — em parte, por culpa dele, que vestia essa carapuça mesmo quando todo mundo sabia que não superaria Michael Schumacher. Virou sinônimo de perdedor, o que não reflete o que foi sua carreira na maior categoria do automobilismo. Hypólito entra nessa lista. Inflado pela mídia esportiva, sobretudo no rádio e na televisão, por muito tempo exigiram dele nada menos que o ouro olímpico. Queriam fazer dele o novo Gustavo Küerten. Ele teve músculos para isso, teve elasticidade, teve a técnica, só não teve os nervos, que o derrubaram duas vezes em olimpíadas. É seu ponto fraco como atleta. Acontece. Seguirá como um dos bons nomes do esporte brasileiro, um desbravador de uma categoria olímpica que no futuro tem tudo para nos render medalhas. Chamar Hipólito de perdedor é não entender absolutamente nada de esporte e, mais que isso, descontar no atleta as próprias frustrações na vida. Disponível em: 

Doze roqueiros de mentira dos filmes


Em "Aqui é o Meu Lugar", filme que estreou nesta semana no Brasil, o ator Sean Penn interpreta o roqueiro gótico aposentado Cheyenne, que consiste em uma mistura do visual de Robert Smith, doThe Cure, e do jeito lesado de Ozzy Osbourne.
Essa não é a primeira vez que um músico fictício estrela um filme. O grupo de "Isto É Spinal Tap" (1984), se baseia em bandas de hard rock dos anos 1980, como Van Halen. A banda do filme "The Wonders - O Sonho Não Acabou" (1996) é um retrato de conjuntos que tiveram apenas um sucesso nos anos 1960, como The Rivieras e The Parliaments.
Entre os cantores, David Bowie serviu de inspiração para a criação de Brian Slade, músico interpretado por Jonathan Rhys Meyers em "Velvet Goldmine" (1998). Já Stacee Jaxx, papel de Tom Cruise no ainda inédito "Rock of Ages: O Filme" (2012), é uma mistura de vocalistas famosos como Jon Bon Jovi, Axl Rose e Joe Elliott.
Conheça doze roqueiros de mentira dos filmes:

sexta-feira, 27 de julho de 2012

100 metros em 100 anos


Veja no videográfico abaixo a evolução dos tempos dos atletas na prova de 100 m nos últimos 100 anos.
Compare ainda como seria a corrida entre um atleta e um não atleta. Saiba ainda o que um velocista profissional faz, entre outras coisas, de diferente.

Disponível em:

Wall-E


Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao auto-conserto de suas peças.
Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.

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Veja o trailler:


Ação humana mudou clima antes da era industrial, diz estudo


Um novo estudo mostra que a ação do homem antes da Revolução Industrial e do uso do combustível fóssil já tinha causado mudanças climáticas.
Essas emissões de carbono foram provocadas pelo crescimento populacional, a expansão humana e, como consequência, o desmatamento.
Segundo os pesquisadores, elas seriam 9% das emissões totais globais naquele tempo.
"Quanto mais cedo as emissões ocorrem, menos influência tem no clima atual. Mas parte delas permanecem na atmosfera em uma escala de séculos ou milênios", explicou a pesquisadora Julia Pongratz, do Instituto Max Planck para Meteorologia, que desenvolveu o trabalho em conjunto com Ken Caldeira, do Instituto para Ciência Carnegie em Stanford, Califórnia (EUA).
A conclusão atual questiona o modo como os acordos internacionais são firmados. A quantidade de emissões geralmente considerada pelos países é após 1840, e não antes.
Mas, entre 800 d.C. a 1850, a população quintuplicou para mais de 1 bilhão, o que aumentou, ao mesmo tempo, a necessidade de espaços dedicados à agricultura e o início do avanço sobre florestas.
A partir de documentos históricos, retrocedeu-se ao tempo ao ser criado um mapa virtual do solo da época. Depois, modelos computadorizados foram utilizados para elaborar uma simulação de quanto o clima foi alterado pela ação humana.
De todo o dióxido de carbono (CO2) extra presente na atmosfera --emissões que não existiriam se não fosse de criação humana--, 5% vêm da era pré-industrial, antes de 1850.
Curiosamente, a abordagem histórica das emissões de carbono refletiu também eventos que ocorreram no passado.
Um exemplo ocorreu na Ásia, por volta de 1200. Com o avanço mongol, as emissões de carbono diminuíram porque as florestas puderam se recompor durante as guerras, que interferem na expansão humana. Na peste negra na Europa, em 1300, ocorreu processo semelhante.
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